Gestão de Recursos Humanos não é mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores, mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores.
estão contra as políticas implementadas pelo governo.
De acordo com um estudo feito com o Barómetro Kaizen (especialmente concebido para avaliar a economia portuguesa) uma percentagem significativa de directores de Recursos Humanos de grandes empresas sediadas em Portugal avaliam negativamente o desempenho do Governo no que ao combate ao desemprego de longa duração diz respeito. Ainda assim, cerca de 49% das grandes empresas nacionais, como é o caso da EDP, da Bial e Colep, acreditam que a situação irá melhorar e que, ainda este ano, a taxa de desemprego possa vir a diminuir.
Por outro lado, cerca de 40% dos directores de recursos humanos mostram reservas quanto a uma melhoria da situação laboral em Portugal, mas parecem crer que os níveis de desemprego não irão registar oscilações. As visões pessimistas são pouco significativas, ou seja, apenas uma pequena percentagem - 11% - confessa prever que a taxa de desemprego subirá.
Para além do referido. o Barómetro de Kaizen demonstra dados relevantes do ponto de vista da evolução do mercado de trabalho. Muitos especialistas de Recursos Humanos vêem as políticas de apoio ao empreendedorismo como um importante estímulo ao potencial humano, sobretudo dos mais jovens. A criação de estímulos, concedidos pelo governo, para que as empresas contratem é, também, um dos pontos mais bem cotados pelos especialistas de Recursos Humanos.
Este estudo demonstrou que o excesso de burocracia é um entrave a que as empresas não vejam como opção viável recorrer ao financiamento e, por sua vez, a não integrarem novos profissionais. Analisou-se também o grau de motivação dos trabalhadores e verificou-se que, ainda que se tenham registado melhorias relativamente ao ano anterior, os portugueses ainda são dos europeus menos satisfeitos com a sua situação perante o trabalho, e são dos povos que mais vêem a emigração como uma alternativa provável para a melhoria o seu nível de vida.
Ao nível do emprego, as opiniões parecem não divergir muito. Hoje em dia, mais do que nunca, é tempo de contenção e de cepticismo a nível do mercado de trabalho.
Como criar um negócio que ajude pessoas mas se mantenha economicamente viável? Como conseguir um negócio sustentável sem perder de vista o impacto na sociedade? O segredo está nas parcerias. Foi esta a grande mensagem que passou no IV congresso do Instituto de Empreendedorismo Social, que teve lugar a 15 de Março, no Centro Cultural do Cascais, e voltou a dedicar toda a sua atenção a este modelo de negócio que tem vindo a ter cada vez mais seguidores em Portugal.
O que é, então, um empreendedor social? "Um empreendedor social pode criar lucro mas antes de o ter tem, na sua génese, a vontade de dar resposta a um problema social", explica Miguel Alves Martins, director executivo do IES. "Poder gerar algum tipo de mais valia financeira é óptimo, até para se conseguir alguma sustentabilidade, mas não é o objectivo principal. Na altura de tomar uma decisão estratégica, o empreendedor social pende para o impacto social".
Para além da reflexão sobre o que está e o que deve se feito nesta área, o congresso também funcionou como anfitrião para a assinatura de um acordo que traz a Portugal os cursos de formação para líderes do sector social "IES Powered by Insead". A iniciativa, que conta com a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação EDP como mecenas, irá contar com o apoio de professores da escola de negócios de topo Insead.
Filipe Santos, director do programa de empreendedorismo social do INSEAD e um dos responsáveis pela própria criação do IES, explica que "vão haver dois programas: um semelhante ao programa de cinco dias que é dado no Insead, o ISEP [Insead Social Entrepreneurship Programme], e outro que será o "Boot Camp", um fim-de-semana intensivo de empreendedorismo social para pessoas que tenham um projecto novo ou uma ideia de negócio na área social ".
Sector social está a crescer
Outro dos grandes objectivos deste congresso foi mostrar o bom trabalho que já vai sendo feito pelos empreendedores sociais portuguesas. Casos de sucesso como o da Escolinha de Rugby da Galiza, um projecto desenvolvido no ATL da Galiza, perto de Oeiras, e que visa utilizar o desporto como elemento de união e formação para crianças de ambientes mais desfavorecidos. Um modelo com tanto sucesso que já está a ser aplicado em outras 12 organizações espalhadas pelo país.
"Para a dimensão e massa crítica que tem, Portugal já tem muito boas iniciativas neste momento. Portugal tem um sector social muito importante, várias organizações de apoio social bastante relevantes", salienta Filipe Santos, do Insead. O professor universitário, que lançou, em 2005, um programa de empreendedorismo social na escola de negócios que divide o seu campus entre a França e a Singapura, destaca a adesão que teve por parte de alunos portugueses logo desde a sua criação. "Houve três portugueses em 30 no primeiro programa. Em 250 participantes, ao longo dos anos, eu diria que cerca de 10% são portugueses, o que, para a dimensão comparativa do país, é bastante elevado".
A criação destes cursos mostra o importante papel que as universidades têm de desempenhar no desenvolvimento desta área. "O grande objectivo é influenciar a sociedade através dos nossos alunos. Qualquer gestor tem de perceber que, mais do que apenas fazer contas, o seu trabalho é criar soluções para as pessoas", defende Daniel Traça, subdirector para os programas pré-experiência da Nova School of Business & Economics, que acrescenta que "antes as pessoas estavam muito formatadas para trabalhar nas empresas. Talvez porque sabiam que essa progressão era quase garantida. Hoje tudo isso mudou".
Os bons resultados que temos tido não significam, no entanto, que não haja ainda muito para fazer, lembra Miguel Alves Martins, do IES. "Em Portugal, os protagonismos individuais ainda se sobrepõem, muitas vezes, aos objectivos das próprias organizações. Ainda vivemos muito em ilhas, não temos escala, causamos pouco impacto", aponta, lembrando que o objectivo de uma empresa de âmbito social deve "ser sempre alcançar a sua missão, mesmo que isso signifique fechar as suas portas. Se sou mais forte aliando-me a outra estrutura, devo fazê-lo". O segredo está nas parcerias.
A notícia anterior retirada do Jornal Económico foca um tema recente e interessante que é sobre o Empreendedorismo social, que como é dito na notícia pelo Miguel Alves ''um empreendedor social pode criar lucro mas antes de o ter tem, na sua génese, a vontade de dar resposta a um problema social'', por isto podemos entender que o empreendedor social tem que ter uma capacidade de introspecção e de auto-avaliação do meio que o envolve, e a partir daí arranjar uma solução aliada ao seu espírito empreendedor. Além do espírito empreendedor há necessidade de ter vontade de ajudar o próximo e ter interesse pelas temáticas sociais.
Na notícia é referido um caso de sucesso português, a Escolinha de Rugby da Galiza, que visa promover o espírito de formação e união entre crianças que vivem em ambientes mais desfavorecidos através do desporto, este é um exemplo dos vários empreendedorismo feitos com base no propósito social.
Gerir e empreender tendo como única meta o valor financeiro é uma ''corrida'' sem propósito, contudo se aliarmos a esse propósito a vertente social e de entreajuda, de certeza que seremos muito mais bem sucedidos no nosso negócio.
Este livro de Carlos Corrêa Gago, Eduardo Gomes Cardoso, José Torres Gomes, Luiz Moura Vicente e Mário Cardoso dos Santos tem como base clarificar o conceito da Produtividade em Portugal, compará-la com o resto dos países da União Europeia e do Mundo, relacionar este conceito com a qualidade (que por vezes é esquecido) e ainda mostrar relatos de várias empresas de todos os sectores de actividade.
O livro (escrito em 2003) relata uma realidade pouco diferente dos dias de hoje, um Portugal com índices muito pouco elevados de produtividade e com muita precariedade no mundo do trabalho. Em relação aos países da UE, que na altura eram 15, Portugal era completamente ''esmagado'' pela maioria dos países, mas os autores não ficaram pelas estatísticas, e afirmam que a produtividade, mais que uma medida de grandeza quantitativa, é uma grandeza qualitativa, isto é, a produtividade não pode ser comparada pela quantidade de bens produzidos e serviços prestados, essa quantidade deve ser ''investigada'' a fundo e perceber a qualidade destes.
Podemos concluir que Portugal, pode não ser uma potência no que toca à produtividade, no sentido restrito - em que só interessa a quantidade - mas quando falamos na qualidade, especialmente na indústria do calçado (o livro apresenta um relato da empresa Fly London de Guimarães), somos reconhecidos mundialmente.
Este livro apresenta várias conclusões, mas na nossa opinião a conclusão mais importante que devemos retirar, é que é preciso ver além das estatísticas e entender os valores quantitativos de uma forma mais aprofundada, principalmente quando falamos de assuntos ligados à produção e aos trabalhadores.
Nos primeiros três meses deste ano a Deco recebeu 7.354 pedidos de ajuda de famílias endividadas. O número não registou um aumento significativo em comparação ao ano passado, segundo um relatório a que a Renascença teve acesso.
“Em 2014, foram mais de 29 mil famílias que nos pediram ajuda, sendo que no primeiro trimestre foram 7.500 famílias que entraram em contacto com a Deco a pedir ajuda. Este ano, exatamente no mesmo período foram 7.300 as famílias que nos pediram ajuda”, revela Natália Nunes, do gabinete de apoio ao sobre-endividado da Associação de Defesa do Consumidor.
Estes números demostram que as famílias continuam com algumas dificuldades financeiras. “Continuamos a verificar uma degradação da situação financeira das famílias, que leva a que muitas das famílias em situação de sobre-endividamento que nos pedem ajuda não tenham já qualquer capacidade de reestruturar as suas dívidas”, afirma.
Estes pedidos verificam-se pelos “fracos rendimentos decorrentes de situações de longo desemprego” ou por receberem “o salário mínimo nacional, valor muito inferior ao que recebiam antes de entrarem em situação de dificuldade”, explica.
Dos pedidos recebidos foram abertos 663 processos. Além do desemprego e dos cortes salariais, as dívidas pessoais com o Fisco, ligadas sobretudo ao Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) estão entre as razões apontadas para os problemas financeiros.
“Muitas vezes os fracos rendimentos inviabilizam qualquer possibilidade de ajudar as famílias a reequilibrar financeiramente a sua situação”, acrescenta.
Interpretação da Notícia:
A associação DECO (Associação de defesa do consumidor) recebeu nos primeiros 3 meses deste ano 7354 pedidos de ajuda de famílias endividadas, um claro aumento em relação aos anos anteriores. Os factores que contribuem para estes números tão significativos são no geral o desemprego, fracos rendimentos ou o salário mínimo, valor muito inferior ao que recebiam antes de se endividarem. Sendo assim podemos tirar algumas conclusões acerca de como vai o nosso país e como as famílias estão, ou seja com bastantes problemas financeiros. É preciso ter se em atenção a esta situação grave e mais que isso é preciso reagir a nível dos recursos humanos e financeiros para que se possa acabar ou pelo menos diminuírem estes pedidos de ajuda por parte das famílias.
Hoje, dia 8 de Abril, celebra-se o dia do Departamento de Economia, Sociologia e Gestão e dessa forma durante o dia realizaram-se várias actividades e palestras com o tema ''Motivar para o Sucesso''. Um momento dedicado à reflexão, partilha de conhecimentos e convívio entre alunos, docentes e amigos do DESG.
Na parte da manhã deu-se lugar à palestra de João António Vaz, de entre vários cargos e funções, é formador desde 2000, Consultor de Marketing, Palestrante, Executive e Business Coach especialista em formar equipas em Técnicas de Vendas com PNL aplicadas à Negociação Empresarial.
Durante a sua palestra falou-se de motivação, empenho e persistência, que segundo ele, são características chave para o sucesso. Nesta palestra falou-se também sobre os problemas de auto-estima que são comuns em certas alturas da nossa vida, contudo temos que valorizar sempre o nosso valor, mais que nao seja a partir dos nossa persistência e preserverança. Este dia importante para o nosso departamento foi bastante marcante pois contribui para o nosso enriquecimento a nível da gestão dos recursos humanos, principalmente no que toca a alavancar a nossa auto-estima e as nossas capacidades.
Sometimes the only thing worse than having an HR department is not having one.When LRN Corp., which helps companies develop ethics and compliance programs, restructured a few years ago, the 250-employee business abolished most job titles and department names. It also did away with its human-resources department, which had dealt with recruiting and compensation issues, among other things.
"We wanted to force the people issues into the middle of the business," said David Greenberg, Los Angeles-based LRN's executive vice president.
Companies seeking flat management structures and more accountability for employees are frequently taking aim at human resources.
Executives say the traditional HR department—which claims dominion over everything from hiring and firing to maintaining workplace diversity—stifles innovation and bogs down businesses with inefficient policies and processes. At the same time, a booming HR software industry has made it easier than ever to automate or outsource personnel-related functions such as payroll and benefits administration. (...)
Este artigo refere-se as empresas que optam por não ter um departamento de recursos humanos, toda a gente, ou pelo menos a maioria, pensará ''grande erro!'', mas será que não é assim tão descabido pensar que uma empresa pode funcionar sem o departamento de recursos humanos?
Bem, nada melhor que pensar nos Prós e Contras de ter um departamento de recursos humanos nas empresas, o grande ''Contra'', em principio, como afirma Lauren Weber, será o dinheiro gasto nesse departamento com os seus funcionários, que (para quem não está dentro da área) pensam que estes só tratam de assuntos pouco importantes para a empresa, como por exemplo verificar o clima de trabalho, conflitos que possam existir, criar iniciativas diferentes para aumentar a produtividade e a felicidade no seio da organização. Para pequenas empresas esses custos poderão ser ''ignorados'' e investir noutros departamentos, pois hoje em dia, com a revolução tecnológica é fácil ter em nosso poder software que tratem dos assuntos de recursos humanos. Quando olhamos para os ''Prós'' a lista é muito maior, ora vejamos: Quem é que trata de verificar, normalmente, os contractos de trabalho que estão a caducar? Quem é que está no ''campo'' a observar e a detectar os erros decorrentes da actividade laboral? Quem é que recruta e trata da selecção de novos colaboradores? Quem é que se preocupa com a felicidade dos seus trabalhadores? A maior parte destes problemas é resolvido pelo departamento de recursos humanos.
O departamento de Recursos Humanos, não tem como principal objectivo potenciar os lucros e os proveitos financeiros de uma empresa, mas com as suas técnicas, a médio-longo prazo, os resultados financeiros serão o espelho da suas práticas. Lauren Weber, no vídeo, afirma que os principais objectivos do departamento de Recursos Humanos, entre outros, são verificar se os cheques de pagamento à empresa são válidos, criar técnicas para melhorar o desempenho da empresa, deixar os trabalhadores menos sobrecarregados e abstrair-los dos problemas pessoais. Qualquer ''Contra'' que possa ser mencionado, dificilmente superá os ''Prós'' de ter um Departamento de Recursos Humanos dentro da empresa. Há que ter sempre em mente que os nossos colaboradores são a nossa força de trabalho, eles tanto podem levar a nossa empresa a um bom rumo, como podem arruína-la, tudo depende da forma como os tratamos.
Mudança, que não tem medo dela seja no trabalho ou na vida
profissional, o livro de Dr. Spencer Johnson (formado em psicologia pela universidade
da Califórnia ), intitulado Quem Mexeu No Meu Queijo?, editado pela primeira
vez em 1998, nos Estados Unidos da América chegou a Portugal em 2001, e já vai
na sua 6º edição.
Esta original fábula de negócios conta a história de dois
ratinhos e de dois pequenos seres humanos que vivem num labirinto e procuram
queijo, aquilo que os alimenta e faz felizes. Como haviam encontrado um recanto
do labirinto cheio de queijo, o suficiente para durar o resto das sua vidas,
viviam sem muitas preocupações. Até que, um belo dia, o queijo desaparece….
Esta fábula simples e criativa ensina-nos que tudo muda e
que até aquilo que consideramos seguro e fundamental se pode vir a tornar obsoleto.
Os seus ensinamentos aplicam-se a todos os aspectos da vida: o “queijo” desta
história representa aquilo que queremos alcançar (seja a nível pessoal, social
ou profissional) e o labirinto representa o mundo real, cheio de zonas
desconhecidas e perigosas, becos sem saída, recantos obscuros…. e armazéns cheios
do nosso queijo!
Aqui fica o testemunho do seu escritor o Dr. Spencer Johnson
" Há muitos ano, quando eu estava a passar por dificuldades na minha vida, criei a história de Quem Mexeu no Meu Queijo? para me ajudar a lidar com a mudança seriamente, mas sem perder o sentido de humor. Mais de vinte anos depois de ter sido criada, a história foi publicada e, para meu espanto, passado pouco tempo tinha já sido lida por milhões de pessoas em todo o mundo. Muitas delas escreveram-me a dizer que aquilo que aprenderam salvou as suas carreiras, as suas relações ou as suas empresas, Por outro lado, os críticos não compreendem como tantas pessoas podem achar esta história tão preciosa. Dizem que é demasiado simples e que os seus ensinamentos são de senso comum. Parece-me que tanto os meus fãs como os meus críticos têm razão, cada uma à sua maneira. Não é o conteúdo da história de Quem Mexeu no Meu Queijo? que tem valor, mas a forma como cada um a interpreta e aplica à sua vida. O verdadeiro desafio. contudo, consiste em lembrar-se de pôr em prática a lição que você colheu da história. Espero que a forma como interpreta e puser em prática a história de Quem Mexeu no Meu Queijo? o ajude a encontrar o "Novo Queijo" que merece!"