Gestão de Recursos Humanos não é mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores, mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores.
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sábado, 7 de março de 2015

Eis o que jamais deve fazer numa entrevista de emprego



É na entrevista de emprego que o primeiro contacto entre candidato e possível futuro patrão ou chefe acontece. A primeira impressão é das importantes, mas são muitos os erros que podem ditar o ‘não’ quase imediato. Nós dizemos-lhe dez.

A empresa de recrutamento ‘Front of House’ elaborou uma lista com os dez erros que jamais deve cometer numa entrevista de emprego, sob a pena de ouvir um ‘não’ redondo.
Em primeiro lugar, destaca o The Independet, não deve dar um aperto de mão ‘mole’, isso irá fazer com que pareça frágil e sem confiança em si mesmo. Seja firme na hora de cumprimentar quem o entrevista.

Mascar uma pastilha elástica também não é, de todo, recomendado numa entrevista de emprego. Adotar uma postura descontraída pode ser uma opção bem-sucedida, mas há que ter em atenção o quão à vontade pode e deve estar perante o seu futuro patrão. De acordo com a empresa que elaborou a lista, estar com uma pastilha elástica na boca reduz bastante a hipótese de conseguir o emprego.
E ainda no que toca a uma postura descontraída, há que ter em conta a roupa que deve usar.Ignorar aquilo a que se chama ‘dress code’ é também meio caminho andado para ouvir uma nega. Não é necessário vestir um smoking, mas também não escolha a roupa que usaria para ir passear com os seus amigos. Arranje um meio-termo entre o sofisticado e o que o deixa confortável. A aparência diz muito e, por vezes, pode espelhar um pouco de desleixo.
Mencionar o seu histórico de trabalho é importante para indicar o grau de experiência que tem, contudo, não caia no exagero. Tanto pode parecer demasiado convencido como também pode dar a entender que não é o candidato ideal para o lugar.
Um quinto erro mencionado no The Independent diz respeito à pobre apresentação e a certos gestos que podem ficar mal ao candidato, como é o caso de colocar a mala em cima das pernas e assim ficar ao longo da entrevista. E aqui enquadra-se também um outro erro apontado: linguagem corporal pobre. “A postura e a linguagem corporal têm um enorme impacto na forma como os entrevistadores vêm as capacidades, competências e confiança do candidato”.
Atender o telefone durante a entrevista é outro dos lapsos mais frequentes e que pior fica ao candidato. Ainda antes de começar a entrevista, o seu telemóvel deve ser desligado ou o som retirado.
Fazer comentários inapropriados é outro aspeto a evitar no momento em que é entrevistado, assim como ter um comportamento rude e uma atitude má. Contudo, diz a ‘Front of House’, há um erro que é o pior de todos e que pode mesmo levar a que não exista uma entrevista:erros no currículo. Antes de enviar o seu CV leia, releia e volte a ler tudo o que escreveu. “Nada arruína mais um currículo do que erros de ortografia”, lê-se na publicação.

http://www.noticiasaominuto.com/economia/356471/eis-o-que-jamais-deve-fazer-numa-entrevista-de-emprego

Interpretação da noticia :
Com esta notícia podemos perceber o quanto numa entrevista os pormenores são importantes. A empresa de recrutamento "Front House" ao elaborar esta lista tenta "ajudar as pessoas a comportarem se" e a não cometerem os erros que poderão deitar tudo a perder. Um simples ato humano por vezes até um pouco inconsciente ou sem querer poderá fazer toda a diferença. Por isso numa entrevista é preciso estar se atento a tudo, até ao mais minimo pormenor que para nós pode não ser nada, mas que para o nosso "futuro patrão" poderá ser. Uma entrevista para um emprego é muito mais do que o trabalho em si, o contacto humano é crucial.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Calçado investe 16 milhões e quer criar mais mil empregos

O setor do calçado vai investir 16 milhões de euros em promoção externa entre Julho de 2015 e Junho de 2016, sobretudo nos mercados extra comunitários com potencial de crescimento, com vista a reforçar as suas vendas para o estrangeiro, para onde exportou perto de 1900 milhões de euros em 2014. Em paralelo, estão em curso vários processos de construção e/ou alargamento das unidades fabris já existentes, prevendo-se a criação, num futuro próximo, de “entre 500 e 1000 novos postos de trabalho”, revelou Paulo Gonçalves, porta-voz da APICCAPS, à “Vida Económica”.


Há neste momento a laborar em Portugal 1350 empresas do setor do calçado, componentes e artigos de pele, que empregam 35 mil trabalhadores, mas os projetos de investimento em curso e o continuado crescimento das vendas e das exportações, nomeadamente para fora da Europa (América Latina, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Japão e China), podem vir a gerar mais entre 500 a 1000 novos postos de trabalho no futuro próximo.
Em declarações à “Vida Económica”, Paulo Gonçalves, porta-voz da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS), explica que as exportações para fora da Europa representam hoje 13%, mas o objetivo traçado passa por “chegar aos 20% até 2020”. Por essa razão, no próximo ano - entre Julho de 2015 e Junho de 2016 – a Associação vai trabalhar para a participação em “mais de 70 ações” de promoção externa em várias regiões do mundo, desde feiras a campanhas de imagem para promover as marcas portuguesas de calçado portuguesas. A Austrália, os Estados Unidos e a América Latina são os destinos prioritários.
Na maior feira do mundo do calçado – a MICAM – que teve lugar no início de Fevereiro e onde expuseram 84 empresas portuguesas, o vice-Primeiro-Ministro, Paulo Portas, lançou um desafio ao setor: chegar aos 2000 milhões de euros de exportações no final de 2015. Questionado pela “Vida Económica” sobre se tal meta é possível, Paulo Gonçalves é cauteloso: “não será fácil, pois há um conjunto de fatores que não dominamos, a começar pela previsível evolução de várias economias europeias”, diz. Essa a principal razão por que estão sobretudo a “investir em vários mercados fora da Europa”.
As exportações do calçado para Angola, por exemplo, atingiram os 28 milhões de euros em 2014, mais 3% que em 2013.


Interpretação da notícia:
A indústria de calçado mostra o que deste momento é necessário da economia português, ou seja, olhar para fora (exportações) para ter forma/recurso para conseguir melhorar o poder de compra dos portugueses.

De acordo com a indústria de calçado deste momento decorrem a feiras internacionais, normalmente são a única forma de marketing que as empresas portuguesas desta indústria tem para mostrar o seu trabalho aos restantes intervenientes nesta indústria, as marcas. Pelo que o valor avanço pelo presidente da APICCAPS, é bem possível de atingir, pois a maioria das encomendas são efetuadas dentro desta feiras, do entanto como o mesmo refere a certo tipo de fatores que não se pode controlar. Por este motivo resta ao comerciantes portugueses trabalharem do duro para obter as melhores encomendas e assim poderem proporcionar uma melhor qualidade de trabalho aos seus trabalhadores.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Corrupção é “nefasta”, destrói a confiança e trava desenvolvimento - PM timorense


Díli, 20 fev (Lusa) - O primeiro-ministro timorense, Rui Maria Araújo considerou hoje que a corrupção em Timor-Leste é um problema de grande dimensão que é "nefasto" para a sociedade, destrói a confiança no Estado e trava o desenvolvimento do país.

"A corrupção é um problema grande, reconhecido pelo povo timorense. A corrupção tem um impacto nefasto na sociedade. Afeta tudo, aumenta o custo de vida, envolve fundos públicos, condiciona o bem-estar social, afeta a imagem do setor público", disse hoje em Díli.

"A corrupção é um obstáculo ao desenvolvimento económico. Empresas que querem investir não o farão pela perceção de corrupção. E isso significa menos empregos, menos riqueza, menos bem-estar para a nossa sociedade", afirmou.
Rui Araújo falava num encontro sobre o enquadramento legal do combate à corrupção em Timor-Leste, por ocasião do 5.º aniversário da Comissão Anti-Corrupção (CAC), em Díli.

António Sampaio - Lusa
http://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/corrup%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-%E2%80%9Cnefasta%E2%80%9D-destr%C3%B3i-a-confian%C3%A7a-e-trava-desenvolvimento-pm-timorense/ar-BBhN7ka?ocid=mailsignoutmd

Interpretação da notícia:

Infelizmente não é tão comum ler notícias como esta, onde um líder de Estado condena uma problemática social tão grave como a corrupção. Como afirma Rui Maria Araújo, primeiro-ministro timorense: ‘’ A corrupção é um obstáculo ao desenvolvimento económico (…) isso significa menos empregos, menos riqueza, menos bem-estar para a nossa sociedade’’, pois além de trazer problemas graves nas estruturas sociais de um país, como a justiça, política, economia, também traz gravíssimos problemas à população em geral, nomeadamente a nível profissional. A corrupção parece, hoje em dia, ser um problema ‘’cego’’, isto é, toda a gente sabe que existe mas por conveniência ou por simples apatia nada é feito para o combater e como tal isto leva a consequências nefastas dentro de uma sociedade. Esta é a visão geral do problema, quando particularizamos, esta problemática no seio de uma organização esta poderá ser ainda mais prejudicial, pois num local onde qualquer ‘’benefício monetário’’ possa comprar certas práticas criará um clima de desconfiança e de instabilidade que consequentemente poderá levar ao desgaste psicológico e moral dos colaboradores.