Gestão de Recursos Humanos não é mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores, mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores.
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sábado, 16 de maio de 2015

Disparidade salarial entre homens e mulheres (%): total e em todos sectores de actividade económica - Europa

No âmbito das desigualdades sociais que são muitas vezes mencionadas como um dos problemas da gestão dos recursos humanos, decidimos ir ao portal do PORDATA para perceber qual é a percentagem de disparidade salarial entre homens e mulheres na Europa, por sector de actividade.



É visível no gráfico que dos 28 países europeus presentes no gráfico, os que possuem maior disparidade salarial entre homens e mulheres é a Estónia (29,9%), Áustria (23,0%), República Checa (22,1%), a Alemanha (21,6%) e a Islândia (20,5%). Há que realçar que a Estónia apresenta uma grande diferença para os restantes países.
Os países que apresentam menor disparidade é a Croácia (7,4%), Itália (7,3%), Polónia (6,4%), Malta (5,1%) e em último lugar a Eslovénia (3,2%), ou seja é o país onde existe menos diferença entre o salário dos homens e das mulheres.
Portugal encontra-se bem posicionado no 20º lugar com uma percentagem de 13%, encontrando-se no ultimo 1/3 da tabela.

Fonte: https://www.pordata.pt/Europa/Ambiente+de+Consulta/Gr%C3%A1fico

segunda-feira, 23 de março de 2015

Será dado incentivo para que pais possam trabalhar em part-time

Será dado incentivo para que pais possam trabalhar em part-time



Com a baixa taxa de natalidade a ser um dos problemas que mais preocupa Portugal, o Programa Operacional Inclusão Social e Emprego contemplará uma medida que permitirá aos pais trabalhar em tempo parcial e às empresas que recorram a fundos comunitários pagar a um novo trabalhador.

A medida fará parte do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POIESE), que deverá ser publicado nos próximos dias, e que visa a criação de condições mais favoráveis para que pais e mães com filhos até dois anos possam decidir se querem passar mais tempo em casa e trabalhar apenas a tempo parcial, para melhor acompanhar o crescimento dos filhos nos primeiros meses de vida.

A medida permite, assim, a utilização de fundos comunitários para pagar o salário do trabalhador que vá substituir o pai ou mãe a tempo parcial. Existe apenas uma obrigatoriedade: o trabalhador contratado terá que constar na lista de desempregados nos Centros de Emprego.

Segundo o Jornal de Negócios fica apenas por esclarecer se o pai que opte por ficar mais tempo em casa sofrerá alguma alteração no seu salário inicial.


Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/361389/sera-dado-incentivo-para-que-pais-possam-trabalhar-em-part-time


Interpretação da notícia:
Num momento em que o nosso país ainda passa pela uma grave crise económica, o maior problema poderá não ser só os índices económicos. Se olharmos para os restantes índices demográficos, sociais e culturais podemos observar que o futuro de Portugal poderá não ser o mais risonho. A nossa pirâmide etária mostra uma população mais envelhecida e o índice sintéctico de fecundidade mais recente diz que as famílias portuguesas têm entre 1-2 filhos.
O futuro està nas mãos dos mais jovens e se os números acima não mudarem, além dos problemas óbvios adjacentes, será impossível sequer pensar que existirá um futuro para o nosso país.
Esta notícia é uma ''esperança'' tanto para os casais portugueses como para a sociedade em geral, pois é necessário que haja mais medidas de incentivo a natalidade e além disso é necessário pensar no bem-estar das famílias com filhos.
Um trabalhador que consiga passar tempo com o seu filho, será certamente um trabalhador mais pro-activo, dinâmico e feliz e isso só contribuirá para uma maior eficiência e produtividade.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Coordenador nacional diz que adiamento da maternidade "é um problema"

O coordenador da Comissão para uma Política de Natalidade em Portugal não vê com bons olhos a medida da Apple e do Facebook em oferecer o congelamento de óvulos às suas funcionárias. Joaquim Azevedo acredita que o incentivo à natalidade não passa pelo adiamento da maternidade.





A Apple e o Facebook decidiram oferecer às suas funcionárias a opção de congelarem os seus óvulos e adiarem, assim, a maternidade mais uns anos. A medida está a causar muitas reações e a dividir opiniões, especialmente por envolver duas grandes empresas que servem, muitas vezes, de modelo para tantas outras.
Joaquim Azevedo, da Comissão para a Natalidade, criada recentemente por Passos Coelho, admite não conhecer bem o caso em questão, mas defende que adiar a maternidade é, já em si, "um problema". "A adiar já andamos nós. As empresas têm é de criar condições, em termos de horários e acompanhamento, para incentivar as pessoas a terem filhos", explica, ao JN.
"Ir pelo caminho do adiamento não é bom, pois a infertilidade aumenta com a idade. As empresas têm é de fazer com que as mulheres possam ser mães na idade mais adequada e na fase em que têm mais saúde", assegura. "Isso é que é importante e é isso que pretendemos com esta comissão".
"Há muitas outras medidas de harmonização do trabalho e da família que as empresas podem implementar e que não passam pelo caminho do adiamento", finaliza.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=4181169  - Jornal de Noticias

Interpretação:
Estas 2 grandes empresas ao tomarem esta iniciativa, poderão estar de certa forma a exercer um pressão sobre as suas trabalhadoras para que não tenham filhos, que pode levar a longo prazo a um aumento da insatisfação das suas trabalhadoras, já que a fertilidade diminui com o passar do tempo, as trabalhadoras ao adiar a decisão de ter filhos também poderá levar a que mais tarde não consigam ter devido à idade. Sendo estas empresas de sucesso, poderá levar a que outras empresas sigam o seu exemplo, o que continuará a contribuir ainda mais para as baixas taxas de natalidade que já existem e para a diminuição da produtividade devido às pessoas se sentirem insatisfeitas.  

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

75% dos Empregadores têm dificuldade em encontrar profissionais


As TI e o Turismo são os sectores em que é mais difícil encontrar quadros.
Três quartos dos empregadores em Portugal admitem sentir dificuldades em identificar os profissionais de que necessitam. A conclusão é do Guia do Mercado Laboral da Hays, que conclui: "em muitos casos, esta dificuldade resultou mesmo numa quebra nos resultados das empresas, ou obrigou a repensar os planos de crescimento do negócio", afirma Paula Baptista, a directora da Hays em Portugal.
Este número é tão mais preocupante se tivermos em conta que 79% dos profissionais qualificados portugueses admitem a possibilidade de vir a trabalhar no estrangeiro, acrescenta Paula Baptista.
Tecnologias da Informação (TI) e Turismo & Lazer são e continuarão a ser, ainda segundo a mesma responsável, os sectores mais afectados por este problema. O ligeiro aumento dos salários praticados em algumas funções nas TI é claramente insuficiente para atrair os profissionais deste sector e para travar a sua saída para países onde lhes são oferecidos pacotes salariais mais aproximados ao seu real valor no mercado, diz o estudo da Hays, Daí que o mesmo saliente que se torna "cada vez mais urgente uma mudança de estratégia na atracção e retenção de talento nesta área".
Patrícia Fernandes, directora de marketing central da Microsoft Portugal, confirma: "na realidade, existe uma disparidade entre a procura e a oferta nesta área". O que acontece, sublinha a responsável desta multinacional tecnológica, é que "muitos dos profissionais que já trabalham no sector não têm as competências necessárias ou, no caso dos desempregados, ainda não equacionaram a possibilidade de redireccionarem a sua carreira".
Também no turismo, o mercado está em pleno crescimento e apresenta já escassez de perfis qualificados, salienta a Hays, numa conclusão que é confirmada pelos responsáveis de dois grandes grupos de hotelaria contactados pelo U&E. "Existe na realidade, o desafio de formar quadros específicos qualificados para funções técnicas de hotelaria, mas que envovlem igualmente competências em áreas tão importantes como a liderança de equipas", afirma Jaime Morais Sarmento, director de recursos humanos do Grupo Pestana em Portugal. O grande desafio, em sua opinião, é encontrar as competências de liderança "ajustadas às características técnicas" da indústria hoteleira.
Também para Fernando Magalhães, director de recursos humanos do Grupo Vila Galé, a maior dificuldade, neste momento, é "encontrar primeiras e segundas linhas de direcção, bem como linhas de chefia intermédias, com as necessárias características de flexibilidade, dedicação e disponibilidade exigidas pela actividade".
O director do Grupo Pestana defende que a formação em Portugal é ainda bastante limitada nesta área devido à "menor importância dada a estas matérias no patamar formativo".
Fonte: Carla Castro 18/02/2015 Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/75-dos-empregadores-tem-dificuldade-em-encontrar-profissionais_212257.html

Interpretação da noticia:
Esta noticia mostra a dificuldade que existe no recrutamento para diversas áreas, já que existe dificuldade em identificar as pessoas que realmente querem para as suas organizações, causando assim quebras nos resultados das empresas.
Mesmo com a falta de pessoas qualificadas, as próprias organizações não conseguem cativar as pessoas qualificadas, já que 79% dessas mesmas admitem sair do país em busca de emprego, porque as condições oferecidas aqui em Portugal são baixas quando comparadas com o exterior,  
Em conclusão, esta noticia mostra a importância de um bom recrutamento, mas também mostra a dificuldade das organizações em conseguir competir com outros países para obter pessoas qualificadas, ja que os que existem dentro do país estão a ir para fora devido às melhores condições, mostrando assim que as organizações devem trabalhar no sentido de conseguir aproveitar os melhores profissionais que existem dentro do próprio país.