Gestão de Recursos Humanos não é mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores, mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores.
Mostrar mensagens com a etiqueta Económico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Económico. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Saiba como a gestão de recursos humanos pode melhorar desempenho das empresas


É barato e pode dar milhões. Saiba como uma boa gestão de recursos humanos pode aumentar a produtividade da sua empresa. Um estudo da maior organização de recursos humanos do mundo e da Universidade Lusíada do Porto mostra como o concretizar, como explica Sónia Nunes, partner da Jason Associates em entrevista ao Capital Humano.
Há pequenas mudanças na gestão de recursos humanos que podem fazer toda a diferença no empenho dos colaboradores e na produtividade das empresas. De que forma é que esta área que gere os colaboradores das organizações pode melhorar o desempenho das equipas foi isso que a Society for Human Resource Management e a Universidade Lusíada do Porto perguntaram a diversas empresas e profissionais do sector. Sónia Nunes, partner da Jason Associates explica as conclusões do estudo em entrevista ao Capital Humano.
Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-como-a-gestao-de-recursos-humanos-pode-melhorar-desempenho-das-empresas_216764.html - Madalena Queirós 23 Abril 2015

Interpretação do vídeo:
Este estudo apresentado no programa ''Capital Humano'' do Económico TV foi realizado em parceria com a Universidade Lusíada do Porto e a Jason Associates, partindo de um apelo da Society for Human Resources Management, uma das maiores associações de recursos humanos do mundo, em tentar perceber o verdadeiro impacto no desempenho dos colaboradores a partir das técnicas dos recursos humanos.
Esta parceria decidiu no inicio estabelecer variáveis [explicadas no vídeo] para a compreensão e quantificar o impacto da gestão dos recursos humanos na perfomance da organização e ainda como valorizar o departamento de recursos humanos, que na maioria das vezes não é dada a sua devida importância. Além de definir as variáveis, foi também feito uma espécie de diagnóstico sobre as competências necessárias num gestor de recursos humanos, e a principal falha apontada pela Sónia Nunes é que um ''gestor'' de recursos humanos não entende a linguagem focada na gestão e nem possuí conhecimentos práticos na área da gestão, o que leva a haver falhas nos momentos críticos, onde é necessário um ponto de vista mais estratégico e operacional.
O estudo forneceu sugestões interessantes, como por exemplo: dentro de uma empresa/organização é necessário que se consiga reter, atrair e desenvolver talentos; conhecer o negócio; bom recrutamento; gerir expectativas, isto tudo pode ser feito através de várias acções de formação e acima de tudo pôr o departamento de recursos humanos sempre a par de TODAS as situações da empresa, para que quando seja necessário intervir conseguir tomar a decisão mais adequada.
Sónia Nunes aponta que um dos problemas mais frequentes no seio de uma organização é a internacionalização, pois quando esta decide dar um passo tão importante, por vezes os colaboradores não estão preparados quer seja a nível técnico (não saber falar a língua) ou sentimental (não querer deixar os amigos), uma maneira de resolver esta problemática é o departamento dos recursos humanos antecipar a internacionalização, preparando os colaboradores, a longo prazo, como por exemplo, oferecendo cursos linguísticos (inglês, francês, etc.) e motivando-os, começando a falar das vantagens em viver nos países que a empresa está a pensar internacionalizar-se.




segunda-feira, 27 de abril de 2015

Empreendedorismo Social



Conheça os casos de sucesso no empreendedorismo social


Como criar um negócio que ajude pessoas mas se mantenha economicamente viável? Como conseguir um negócio sustentável sem perder de vista o impacto na sociedade? O segredo está nas parcerias. Foi esta a grande mensagem que passou no IV congresso do Instituto de Empreendedorismo Social, que teve lugar a 15 de Março, no Centro Cultural do Cascais, e voltou a dedicar toda a sua atenção a este modelo de negócio que tem vindo a ter cada vez mais seguidores em Portugal.
O que é, então, um empreendedor social? "Um empreendedor social pode criar lucro mas antes de o ter tem, na sua génese, a vontade de dar resposta a um problema social", explica Miguel Alves Martins, director executivo do IES. "Poder gerar algum tipo de mais valia financeira é óptimo, até para se conseguir alguma sustentabilidade, mas não é o objectivo principal. Na altura de tomar uma decisão estratégica, o empreendedor social pende para o impacto social".
Para além da reflexão sobre o que está e o que deve se feito nesta área, o congresso também funcionou como anfitrião para a assinatura de um acordo que traz a Portugal os cursos de formação para líderes do sector social "IES Powered by Insead". A iniciativa, que conta com a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação EDP como mecenas, irá contar com o apoio de professores da escola de negócios de topo Insead.
Filipe Santos, director do programa de empreendedorismo social do INSEAD e um dos responsáveis pela própria criação do IES, explica que "vão haver dois programas: um semelhante ao programa de cinco dias que é dado no Insead, o ISEP [Insead Social Entrepreneurship Programme], e outro que será o "Boot Camp", um fim-de-semana intensivo de empreendedorismo social para pessoas que tenham um projecto novo ou uma ideia de negócio na área social ".

Sector social está a crescer

Outro dos grandes objectivos deste congresso foi mostrar o bom trabalho que já vai sendo feito pelos empreendedores sociais portuguesas. Casos de sucesso como o da Escolinha de Rugby da Galiza, um projecto desenvolvido no ATL da Galiza, perto de Oeiras, e que visa utilizar o desporto como elemento de união e formação para crianças de ambientes mais desfavorecidos. Um modelo com tanto sucesso que já está a ser aplicado em outras 12 organizações espalhadas pelo país.
"Para a dimensão e massa crítica que tem, Portugal já tem muito boas iniciativas neste momento. Portugal tem um sector social muito importante, várias organizações de apoio social bastante relevantes", salienta Filipe Santos, do Insead. O professor universitário, que lançou, em 2005, um programa de empreendedorismo social na escola de negócios que divide o seu campus entre a França e a Singapura, destaca a adesão que teve por parte de alunos portugueses logo desde a sua criação. "Houve três portugueses em 30 no primeiro programa. Em 250 participantes, ao longo dos anos, eu diria que cerca de 10% são portugueses, o que, para a dimensão comparativa do país, é bastante elevado".
A criação destes cursos mostra o importante papel que as universidades têm de desempenhar no desenvolvimento desta área. "O grande objectivo é influenciar a sociedade através dos nossos alunos. Qualquer gestor tem de perceber que, mais do que apenas fazer contas, o seu trabalho é criar soluções para as pessoas", defende Daniel Traça, subdirector para os programas pré-experiência da Nova School of Business & Economics, que acrescenta que "antes as pessoas estavam muito formatadas para trabalhar nas empresas. Talvez porque sabiam que essa progressão era quase garantida. Hoje tudo isso mudou".
Os bons resultados que temos tido não significam, no entanto, que não haja ainda muito para fazer, lembra Miguel Alves Martins, do IES. "Em Portugal, os protagonismos individuais ainda se sobrepõem, muitas vezes, aos objectivos das próprias organizações. Ainda vivemos muito em ilhas, não temos escala, causamos pouco impacto", aponta, lembrando que o objectivo de uma empresa de âmbito social deve "ser sempre alcançar a sua missão, mesmo que isso signifique fechar as suas portas. Se sou mais forte aliando-me a outra estrutura, devo fazê-lo". O segredo está nas parcerias.
Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/conheca-os-casos-de-sucesso-no-empreendedorismo-social_113905.html
Interpretação da notícia:
A notícia anterior retirada do Jornal Económico foca um tema recente e interessante que é sobre o Empreendedorismo social, que como é dito na notícia pelo Miguel Alves ''um empreendedor social pode criar lucro mas antes de o ter tem, na sua génese, a vontade de dar resposta a um problema social'', por isto podemos entender que o empreendedor social tem que ter uma capacidade de introspecção e de auto-avaliação do meio que o envolve, e a partir daí arranjar uma solução aliada ao seu espírito empreendedor. Além do espírito empreendedor há necessidade de ter vontade de ajudar o próximo e ter interesse pelas temáticas sociais.
Na notícia é referido um caso de sucesso português, a Escolinha de Rugby da Galiza, que visa promover o espírito de formação e união entre crianças que vivem em ambientes mais desfavorecidos através do desporto, este é um exemplo dos vários empreendedorismo feitos com base no propósito social.
Gerir e empreender tendo como única meta o valor financeiro é uma ''corrida'' sem propósito, contudo se aliarmos a esse propósito a vertente social e de entreajuda, de certeza que seremos muito mais bem sucedidos no nosso negócio.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Calçado investe 16 milhões e quer criar mais mil empregos

O setor do calçado vai investir 16 milhões de euros em promoção externa entre Julho de 2015 e Junho de 2016, sobretudo nos mercados extra comunitários com potencial de crescimento, com vista a reforçar as suas vendas para o estrangeiro, para onde exportou perto de 1900 milhões de euros em 2014. Em paralelo, estão em curso vários processos de construção e/ou alargamento das unidades fabris já existentes, prevendo-se a criação, num futuro próximo, de “entre 500 e 1000 novos postos de trabalho”, revelou Paulo Gonçalves, porta-voz da APICCAPS, à “Vida Económica”.


Há neste momento a laborar em Portugal 1350 empresas do setor do calçado, componentes e artigos de pele, que empregam 35 mil trabalhadores, mas os projetos de investimento em curso e o continuado crescimento das vendas e das exportações, nomeadamente para fora da Europa (América Latina, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Japão e China), podem vir a gerar mais entre 500 a 1000 novos postos de trabalho no futuro próximo.
Em declarações à “Vida Económica”, Paulo Gonçalves, porta-voz da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS), explica que as exportações para fora da Europa representam hoje 13%, mas o objetivo traçado passa por “chegar aos 20% até 2020”. Por essa razão, no próximo ano - entre Julho de 2015 e Junho de 2016 – a Associação vai trabalhar para a participação em “mais de 70 ações” de promoção externa em várias regiões do mundo, desde feiras a campanhas de imagem para promover as marcas portuguesas de calçado portuguesas. A Austrália, os Estados Unidos e a América Latina são os destinos prioritários.
Na maior feira do mundo do calçado – a MICAM – que teve lugar no início de Fevereiro e onde expuseram 84 empresas portuguesas, o vice-Primeiro-Ministro, Paulo Portas, lançou um desafio ao setor: chegar aos 2000 milhões de euros de exportações no final de 2015. Questionado pela “Vida Económica” sobre se tal meta é possível, Paulo Gonçalves é cauteloso: “não será fácil, pois há um conjunto de fatores que não dominamos, a começar pela previsível evolução de várias economias europeias”, diz. Essa a principal razão por que estão sobretudo a “investir em vários mercados fora da Europa”.
As exportações do calçado para Angola, por exemplo, atingiram os 28 milhões de euros em 2014, mais 3% que em 2013.


Interpretação da notícia:
A indústria de calçado mostra o que deste momento é necessário da economia português, ou seja, olhar para fora (exportações) para ter forma/recurso para conseguir melhorar o poder de compra dos portugueses.

De acordo com a indústria de calçado deste momento decorrem a feiras internacionais, normalmente são a única forma de marketing que as empresas portuguesas desta indústria tem para mostrar o seu trabalho aos restantes intervenientes nesta indústria, as marcas. Pelo que o valor avanço pelo presidente da APICCAPS, é bem possível de atingir, pois a maioria das encomendas são efetuadas dentro desta feiras, do entanto como o mesmo refere a certo tipo de fatores que não se pode controlar. Por este motivo resta ao comerciantes portugueses trabalharem do duro para obter as melhores encomendas e assim poderem proporcionar uma melhor qualidade de trabalho aos seus trabalhadores.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

75% dos Empregadores têm dificuldade em encontrar profissionais


As TI e o Turismo são os sectores em que é mais difícil encontrar quadros.
Três quartos dos empregadores em Portugal admitem sentir dificuldades em identificar os profissionais de que necessitam. A conclusão é do Guia do Mercado Laboral da Hays, que conclui: "em muitos casos, esta dificuldade resultou mesmo numa quebra nos resultados das empresas, ou obrigou a repensar os planos de crescimento do negócio", afirma Paula Baptista, a directora da Hays em Portugal.
Este número é tão mais preocupante se tivermos em conta que 79% dos profissionais qualificados portugueses admitem a possibilidade de vir a trabalhar no estrangeiro, acrescenta Paula Baptista.
Tecnologias da Informação (TI) e Turismo & Lazer são e continuarão a ser, ainda segundo a mesma responsável, os sectores mais afectados por este problema. O ligeiro aumento dos salários praticados em algumas funções nas TI é claramente insuficiente para atrair os profissionais deste sector e para travar a sua saída para países onde lhes são oferecidos pacotes salariais mais aproximados ao seu real valor no mercado, diz o estudo da Hays, Daí que o mesmo saliente que se torna "cada vez mais urgente uma mudança de estratégia na atracção e retenção de talento nesta área".
Patrícia Fernandes, directora de marketing central da Microsoft Portugal, confirma: "na realidade, existe uma disparidade entre a procura e a oferta nesta área". O que acontece, sublinha a responsável desta multinacional tecnológica, é que "muitos dos profissionais que já trabalham no sector não têm as competências necessárias ou, no caso dos desempregados, ainda não equacionaram a possibilidade de redireccionarem a sua carreira".
Também no turismo, o mercado está em pleno crescimento e apresenta já escassez de perfis qualificados, salienta a Hays, numa conclusão que é confirmada pelos responsáveis de dois grandes grupos de hotelaria contactados pelo U&E. "Existe na realidade, o desafio de formar quadros específicos qualificados para funções técnicas de hotelaria, mas que envovlem igualmente competências em áreas tão importantes como a liderança de equipas", afirma Jaime Morais Sarmento, director de recursos humanos do Grupo Pestana em Portugal. O grande desafio, em sua opinião, é encontrar as competências de liderança "ajustadas às características técnicas" da indústria hoteleira.
Também para Fernando Magalhães, director de recursos humanos do Grupo Vila Galé, a maior dificuldade, neste momento, é "encontrar primeiras e segundas linhas de direcção, bem como linhas de chefia intermédias, com as necessárias características de flexibilidade, dedicação e disponibilidade exigidas pela actividade".
O director do Grupo Pestana defende que a formação em Portugal é ainda bastante limitada nesta área devido à "menor importância dada a estas matérias no patamar formativo".
Fonte: Carla Castro 18/02/2015 Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/75-dos-empregadores-tem-dificuldade-em-encontrar-profissionais_212257.html

Interpretação da noticia:
Esta noticia mostra a dificuldade que existe no recrutamento para diversas áreas, já que existe dificuldade em identificar as pessoas que realmente querem para as suas organizações, causando assim quebras nos resultados das empresas.
Mesmo com a falta de pessoas qualificadas, as próprias organizações não conseguem cativar as pessoas qualificadas, já que 79% dessas mesmas admitem sair do país em busca de emprego, porque as condições oferecidas aqui em Portugal são baixas quando comparadas com o exterior,  
Em conclusão, esta noticia mostra a importância de um bom recrutamento, mas também mostra a dificuldade das organizações em conseguir competir com outros países para obter pessoas qualificadas, ja que os que existem dentro do país estão a ir para fora devido às melhores condições, mostrando assim que as organizações devem trabalhar no sentido de conseguir aproveitar os melhores profissionais que existem dentro do próprio país.