Gestão de Recursos Humanos não é mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores, mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Calçado investe 16 milhões e quer criar mais mil empregos

O setor do calçado vai investir 16 milhões de euros em promoção externa entre Julho de 2015 e Junho de 2016, sobretudo nos mercados extra comunitários com potencial de crescimento, com vista a reforçar as suas vendas para o estrangeiro, para onde exportou perto de 1900 milhões de euros em 2014. Em paralelo, estão em curso vários processos de construção e/ou alargamento das unidades fabris já existentes, prevendo-se a criação, num futuro próximo, de “entre 500 e 1000 novos postos de trabalho”, revelou Paulo Gonçalves, porta-voz da APICCAPS, à “Vida Económica”.


Há neste momento a laborar em Portugal 1350 empresas do setor do calçado, componentes e artigos de pele, que empregam 35 mil trabalhadores, mas os projetos de investimento em curso e o continuado crescimento das vendas e das exportações, nomeadamente para fora da Europa (América Latina, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Japão e China), podem vir a gerar mais entre 500 a 1000 novos postos de trabalho no futuro próximo.
Em declarações à “Vida Económica”, Paulo Gonçalves, porta-voz da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS), explica que as exportações para fora da Europa representam hoje 13%, mas o objetivo traçado passa por “chegar aos 20% até 2020”. Por essa razão, no próximo ano - entre Julho de 2015 e Junho de 2016 – a Associação vai trabalhar para a participação em “mais de 70 ações” de promoção externa em várias regiões do mundo, desde feiras a campanhas de imagem para promover as marcas portuguesas de calçado portuguesas. A Austrália, os Estados Unidos e a América Latina são os destinos prioritários.
Na maior feira do mundo do calçado – a MICAM – que teve lugar no início de Fevereiro e onde expuseram 84 empresas portuguesas, o vice-Primeiro-Ministro, Paulo Portas, lançou um desafio ao setor: chegar aos 2000 milhões de euros de exportações no final de 2015. Questionado pela “Vida Económica” sobre se tal meta é possível, Paulo Gonçalves é cauteloso: “não será fácil, pois há um conjunto de fatores que não dominamos, a começar pela previsível evolução de várias economias europeias”, diz. Essa a principal razão por que estão sobretudo a “investir em vários mercados fora da Europa”.
As exportações do calçado para Angola, por exemplo, atingiram os 28 milhões de euros em 2014, mais 3% que em 2013.


Interpretação da notícia:
A indústria de calçado mostra o que deste momento é necessário da economia português, ou seja, olhar para fora (exportações) para ter forma/recurso para conseguir melhorar o poder de compra dos portugueses.

De acordo com a indústria de calçado deste momento decorrem a feiras internacionais, normalmente são a única forma de marketing que as empresas portuguesas desta indústria tem para mostrar o seu trabalho aos restantes intervenientes nesta indústria, as marcas. Pelo que o valor avanço pelo presidente da APICCAPS, é bem possível de atingir, pois a maioria das encomendas são efetuadas dentro desta feiras, do entanto como o mesmo refere a certo tipo de fatores que não se pode controlar. Por este motivo resta ao comerciantes portugueses trabalharem do duro para obter as melhores encomendas e assim poderem proporcionar uma melhor qualidade de trabalho aos seus trabalhadores.

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