Gestão de Recursos Humanos não é mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores, mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

The best and worst Master's Degrees for jobs

No. 10 Worst Master's Degree For Jobs: Human Resources Management

Thousands of new college grads will enter the workforce this year, but with unemployment at 8.2% and underemployment near 18%, many will put off the taxing job search process and opt out of the weak job market to pursue graduate degrees.

With this in mind, Forbes set out to determine which master’s degrees would provide the best long-term opportunities, based on salary and employment outlook. To find the mid-career median pay for 35 popular degrees, we turned to Payscale.com, which lets users compare their salaries with those of other people in similar jobs by culling real-time salary data from its 35 million profiles. We then looked at the Bureau of Labor Statistics’ employment projection data to see how fast employment was expected to increase between 2010 and 2020 in popular jobs held by people with each degree. Finally we averaged each degree’s pay rank and estimated growth rank to find the best and worst master’s degrees for jobs.

As it turns out, although there are too few doctors in the U.S. and too few seats in medical schools, those shortages are good for one segment of the population: people who get degrees as physician assistants.

Physician assistants are medical professionals who provide diagnostic and preventative health care services under the supervision of doctors—and they’re in high demand.

“Both an aging population and health care reform are contributing to a higher demand for health care services,” says Katie Bardaro, Payscale’s lead economist. “As fully capable medical professionals, physician assistants are able to alleviate the pressure on doctors by performing important and necessary health care tasks to this increasing pool of patients.”

They don’t earn as much as doctors, but their mid-career median pay is a whopping $97,000. Another advantage of a physician assistant degree: Employment opportunities are expected to grow 30% by 2020 (from the 2010 employment numbers), according to the Bureau of Labor Statistics.

Would-be physician assistants need to take certain science classes to prep for a master’s program, but they can earn undergraduate degrees in almost any field. The growing demand for them and the promise of fat paychecks put physician assistant degrees at the top of the heap in Forbes’ third-annual look at the best master’s degrees for jobs.

By our count, computer science follows close behind as the No. 2 best advanced degree for jobs.

Mid-career median pay for these grads is $109,000, sixth best out of the 35 degrees in our survey. Employment opportunities for computer science degree-holders are expected to expand about 22% between 2010 and 2020.

“In a technology driven world, the need for those who not only understand, but can improve upon technology is high,” Bardaro says. “As businesses of all types depend upon technology to get things done, computer science degree-holders will remain in high demand.”

Electrical engineering, physics and economics degrees also make the top 10, all with an average mid-career salary of more than $110,000 a year.

A master’s in business administration (M.B.A) can also earn you six figures mid-career—but because of the poor growth outlook for common jobs held by these degree-holders, it doesn’t make the top 10 list.

Not all master’s degree holders enjoy anywhere near such optimistic job prospects or extraordinary pay. Getting a master’s in library and information science, English, music, or education can be extremely gratifying but pricy. Median mid-career median pay for all those degrees is under $63,000, and employment for them isn’t expected to grow significantly over the next few years.

Library and information science degree-holders bring in $57,600 mid-career, on average. Common jobs for them are school librarian, library director and reference librarian, and there are expected to be just 8.5% more of them by 2020. The low pay rank and estimated growth rank make library and information science the worst master’s degree for jobs right now.

Biology, chemistry and history degrees are also toward the bottom of the list—but that doesn’t mean they’re useless. If you’re passionate about these fields, the lower pay and slimmer job prospects shouldn’t deter you from pursuing a master’s. However, it’s important that you ask yourself a few questions before you make that decision.

Ask, “Is the program required to pursue a given career?” “What do the job opportunities look like?” and “Will the cost of the education outweigh the potential income?” If the answer to the last one is yes, then a master’s program is not the way to go, Bardaro says.

Another thing to keep in mind: Master’s degree-holders don’t necessarily earn more than other people in similar jobs—so don’t base your decision to pursue one on the idea that you’ll bring in bigger paychecks.

“People may pursue a master’s degree in the hopes of a higher salary, but it doesn’t always work out,” she says. “Two absolute benefits of graduate education are increased knowledge in a field and the ability to set oneself apart from those with only a bachelor’s degree. However, these two things together might not be enough for a given person.”

These may be the best and worst master’s degrees in terms of pay and employment opportunities, but it’s also important to think about work-life balance and employee satisfaction for the common jobs associated with these degrees. “You need to consider overall happiness,” Bardaro says. “If obtaining a master’s degree causes an imbalance due to time devoted to education and potentially more stress at work, then one will need to decide if these costs are worth it. Evaluating the benefits of a master’s degree is not just about the potential for higher pay, but also about the opportunities it will bring, the skills and knowledge it can provide, and overall satisfaction.”

Fonte: http://www.forbes.com/sites/jacquelynsmith/2012/06/08/the-best-and-worst-masters-degrees-for-jobs-2/2/


Interpretação da notícia:


Esta notícia da Revista Forbes deixa uma previsão sobre os empregos que irão ter mais/menos expansão nos próximos anos, aproveitando para dar dicas aos alunos que estejam a pensar tirar um Mestrado (Master's Degree).
Surpreendentemente a Gestão de Recursos Humanos apresenta-se no último lugar dos empregos que menos irá expandir nos próximos anos [Ver o ranking detalhado - http://www.forbes.com/pictures/efkk45ifij/the-best-and-worst-masters-degrees-for-jobs-2-2/]

sábado, 16 de maio de 2015

Disparidade salarial entre homens e mulheres (%): total e em todos sectores de actividade económica - Europa

No âmbito das desigualdades sociais que são muitas vezes mencionadas como um dos problemas da gestão dos recursos humanos, decidimos ir ao portal do PORDATA para perceber qual é a percentagem de disparidade salarial entre homens e mulheres na Europa, por sector de actividade.



É visível no gráfico que dos 28 países europeus presentes no gráfico, os que possuem maior disparidade salarial entre homens e mulheres é a Estónia (29,9%), Áustria (23,0%), República Checa (22,1%), a Alemanha (21,6%) e a Islândia (20,5%). Há que realçar que a Estónia apresenta uma grande diferença para os restantes países.
Os países que apresentam menor disparidade é a Croácia (7,4%), Itália (7,3%), Polónia (6,4%), Malta (5,1%) e em último lugar a Eslovénia (3,2%), ou seja é o país onde existe menos diferença entre o salário dos homens e das mulheres.
Portugal encontra-se bem posicionado no 20º lugar com uma percentagem de 13%, encontrando-se no ultimo 1/3 da tabela.

Fonte: https://www.pordata.pt/Europa/Ambiente+de+Consulta/Gr%C3%A1fico

sexta-feira, 8 de maio de 2015

A despedida de Belmiro de Azevedo




A 20 de Março de 2007, no mesmo mês em que a Sonae saiu derrotada da OPA sobre a PT, Belmiro de Azevedo anunciava a sua decisão. Deixaria de ser presidente executivo da Sonae, passando a função ao filho Paulo Azevedo. Belmiro ficaria chairman. O anúncio foi feito ao lado de Ângelo Paupério. Oito anos depois, novo anúncio. Belmiro de Azevedo deixará, esta quinta-feira, 30 de Abril [2015], de ser chairman, passará a função ao filho Paulo que, com Ângelo Paupério, ficará também com funções de presidente executivo. Chegou a hora de Paupério, de Paulo, mas também de Belmiro. A hora de sair.

(…)

A Sonae tem um volume de negócios de cinco mil milhões de euros, a que se junta a Sonae Indústria e a Sonae Capital. No conjunto das três empresas, o nome Sonae realiza mais de seis mil milhões de euros de negócios em mais de 70 países. E são quase 45 mil colaboradores, cerca de 40 mil em Portugal. Não revela o valor acrescentado bruto que gera para Portugal, mas algumas estimativas apontam para um peso do agregado Sonae de perto de 10%, contribuindo para um pouco menos de 0,8% da população activa em Portugal.

A Sonae começou pequena. Nasceu a 18 de Agosto de 1959, pelas mãos de Afonso Pinto de Magalhães, com sede provisória na Rua do Vale Formoso, no Porto, para o fabrico de estratificados a partir de engaço de uva, uma patente francesa. Quase levaria a Sonae à falência, não fosse Pinto Magalhães ser dono de um banco. Do estratifite a Sonae passa, progressivamente, para o laminite, um termolaminado decorativo à base de papel. Mas ainda não era a salvação. Faltavam, conta-se na história da empresa (perpetuada no livro "Retrato do Grupo"), quadros técnicos. E para essa mesma história fica, então, o dia em que Belmiro de Azevedo entra na empresa: 2 de Janeiro, a convite de António Correia da Silva que, mais tarde, diria: "Foi a pessoa certa na altura certa, com capacidade para avançar e ajudar a empresa na sua recuperação".

Belmiro de Azevedo conta muitas vezes, e fê-lo mais uma vez no discurso que marcou os 50 anos na Sonae, e que foi, também, o de despedida, que a sua primeira missão foi destruir o que estava feito. 

(…)

Os sucessos, esses, são também falados por Belmiro, que assenta os elogios à capacidade dos quadros da empresa e à constante formação. Isso mesmo fez o empresário, ainda gestor quando, em 1973, rumou a Harvard. "Tivemos muitos sucessos durante esta história, em que aprendi que, para prosperar, temos de estar em constante processo de mudança e de melhoria contínua", realça Belmiro, 50 anos mais tarde. Que volta a falar de outro que considera um dos seus grandes êxitos. Levar quadros da Sonae a emanciparem-se e criarem os seus negócios. A serem, eles próprios, empreendedores. No discurso de despedida, fala de Benjamin Santos (da Indasa), Romão de Sousa (Proadec e Isar-Rakoll, mais tarde Probos), Carlos Moreira da Silva (BA Vidros), Pinto de Sousa Ibersol, Jaime Teixeira (Orbitur), David Moreira e João Barros (Selfrio), António Murta (Enable). "Passaram por esta casa e geram hoje facturações na casa dos mil milhões de euros e empregam cerca de 15 mil pessoas". Alguns destes "filhos" Sonae continuam ligados à empresa, ou como fornecedores ou como administradores não executivos. Moreira da Silva regressou, agora, nesse papel à Sonae Indústria.

António Murta, ao Negócios, mostra-se surpreendido por estar incluído nesta lista. "Sem excesso de humildade, sinto-me honrado", diz quem liderou na Sonae a Enabler, empresa de tecnologias, vendida por mais de 40 milhões à indiana Enabler. Agora assume-se como um pequeno empresário, mas garante: "Sou filho da escola Sonae". Cita Jaime Teixeira para comprovar a tese de que na Sonae é-se empresário por conta de outrem. Ao fim do mês recebe-se o cheque do ordenado do contratante, mas "todos nós tratávamos [o negócio] como se fosse nosso", diz Murta.

Foi, também, esse o caminho de Belmiro de Azevedo. Entrou na Sonae como empregado, saiu como patrão.

Notícia na íntegra: http://www.msn.com/pt-pt/financas/negocios/a-despedida-de-belmiro-de-azevedo/ar-BBjcGoq?ocid=mailsignoutmd

Interpretação da notícia:

- O Homem e a Empresa:
Belmiro de Azevedo não é, certamente, um nome desconhecido entre os portugueses e no mundo empresarial, ora conhecido por ter sido durante vários anos um dos homens mais ricos de Portugal, ora pelas suas práticas de gestão. A sua empresa, Sonae, é uma das maiores alavancas económicas do país actuando em vários sectores de atividade.

- Filosofia da Gestão:
Como referido na notícia (ver o artigo na íntegra) a sua referência na área da gestão é Jack Welch, CEO da gigante General Electrics, isso demonstra uma capacidade de humildade e de auto-reconhecimento das suas capacidades (e falhas), e consequentemente de querer sempre melhorar mais profissionalmente.

- Ascensão na carreira:
''o dia em que Belmiro de Azevedo entra na empresa: 2 de Janeiro, a convite de António Correia da Silva que, mais tarde, diria: "Foi a pessoa certa na altura certa, com capacidade para avançar e ajudar a empresa na sua recuperação".''
Nem todos os grandes empresários de sucesso têm a sorte de nascer num ''berço de ouro'', tal como Belmiro de Azevedo que era filho de um carpinteiro e agricultor e de uma costureira, contudo depois de se licenciar pela UPorto em Engenharia Química Industrial tirou outro curso em Gestão de Empresas, enquanto trabalhava na Efanor. Anos mais tarde foi convidado a trabalhar na Sonae como investigador, chegando anos mais tarde ao topo da empresa.

- Confiança nos seus colaboradores e parceiros:
Belmiro de Azevedo é um homem com ideias fixas e com a sua própria filosofia, dizem os seus colaboradores e parceiros mais chegados, e todos são unânimes quando argumentam que a Sonae, mais que um parceiro, é uma escola. Orientou-se, ao longo da sua vida, por referências, agora ele próprio é uma referência no mundo da Gestão!

Unemployment among young people could result in a lost generation

Young people gathering around to look at an iPad
In 2014, 5,340,000 young Europeans of working age were unemployed. Throughout the EU, from Portugal to eastern Europe, unemployment rates for those under 25 remain very high. 22.8 per cent of young people in Europe are looking for a job, which could create a 'lost' generation.
In response to the alarming rates of unemployment in some countries, the commission has proposed new measures to help member states fight the social exclusion of these young people by ensuring them job offers, teaching or training.
We can also count on citizen initiatives, or at least civil society. In Belgium, a group of trainers has launched the country's first business school specializing   exclusively in sales. This is an area in which many companies are seeking candidates.
This 'sales academy' helps not only youths who want to acquire the knowledge to succeed, but also older people who want or need to change careers, or companies willing to train their staff. 
The labour market is highly competitive and therefore, practical sales training is an advantage. A recurring and extremely frustrating answer heard at the end of interviews is, "sorry, but you don't have enough experience". This type of training - with interactive simulations, role-play and practical exercises - has become almost essential in order to avoid hearing those words.
(...)
An inventory of the European labour market will be drawn up at the event, as well as a presentation of the initiatives currently in place. In addition, valuable advice will be provided to young people who wish to get into sales.
We must realise that we cannot simply let this social crisis deepen. We must give young people the opportunities they deserve - this is the collective responsibility of our society and of each person who is able to take action.
We need to remember that underneath all these issues lay not only numbers and statistics, but also real people and families, whose futures depend on the decisions we make today.

Europe has a responsibility to provide its people with hope and the chance for a better future that will make their dreams come true. We want a Europe of progress and prosperity for all.

Fonte: https://www.theparliamentmagazine.eu/blog/unemployment-among-young-people-could-result-lost-generation

Interpretação do artigo:
A crise económica que estamos a viver neste momento afectou-nos a todos, principalmente os mais jovens, neste caso em particular encontrar o primeiro emprego depois de acabar o ensino superior é uma tarefa que nem todos conseguem concretizar. Na Europa, os números do desemprego jovem são muito altos e os indicadores apontam que esse valor continue a aumentar, para combater esta grave problemática, governos estão a criar novas estratégias para fazer com que estas pessoas desempregadas se sintam úteis e com maiores oportunidades de encontrar um trabalho dando-lhes uma formação especializada. Não nos podemos esquecer que não é so a crise económica que temos que combater mas também a social, esta iniciativa governamental pode parecer uma iniciativa com pouca relevância mas é um primeiro passo necessário para combater o problema do desemprego jovem.

domingo, 3 de maio de 2015

Ranking do Índice do Desenvolvimento Humano

Mapa-mundo com o Índice de Desenvolvimento Humano de 2014
  acima de 0,900
  0,850–0,899
  0,800–0,849
  0,750–0,799
  0,700–0,749
  0,650–0,699
  0,600–0,649
  0,550–0,599
  0,500–0,549
  0,450–0,499
  0,400–0,449
  0,350–0,399
  0,300–0,349
  abaixo de 0,300
  Sem dados

Fonte do mapa-mundo: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano

O que é o Índice de Desenvolvimento Humano?
O IDH é um indicador que engloba informações no âmbito demográfico, económico e cultural acerca de um país, de modo a permitir comparar a nível mundial a realização das necessidades humanas consideradas básicas e prioritárias.As variáveis para o cálculo deste indicador são três: a esperança média de vida, para medir a longevidade; a taxa de alfabetismo, para medir o nível de instrução; e o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, como indicador de rendimento.
O valor do IDH varia entre 0 e 1 e encontra-se dividido em três classes: Elevado quando o valor é igual ou superior a 0,800; Médio quando abrange valores entre os 0,500 e os 0,799; e Baixo se for inferior a 0, 500.

Importância do Índice de Desenvolvimento Humano
O Índice de Desenvolvimento Humano distingue-se de outros mais superficiais, pois este complementa variáveis de todo o tipo de factores (culturais, económicos e geográficos), além disso denota-se uma consideração especial pela qualidade de vida da população e pelos recursos humanos, isto é, os factores económicos só são relevantes para a explicação dos sociais.

Assimetrias presentes no mundo
Como é facilmente visível no mapa-mundo os países com maior IDH são aqueles considerados desenvolvidos e os países com índices baixos/médios são os que estão em vias de desenvolvimento ou também designados como do ''terceiro mundo''. O Hemisfério Norte apresenta índices mais elevados, enquanto que no Hemisfério Sul, com a excepção da Austrália e da Nova Zelândia, existe o maior número de países com índices baixos/médios.

Portugal e o Índice de Desenvolvimento Humano
Surpreendentemente (ou não) em 2014 o nosso país apresenta um valor de 0,844, ou seja um índice elevado, este valor pode ser explicado por Portugal ter elevados níveis de instrução e ser um dos países com maior esperança média de vida no mundo, mas quando nos referimos às variáveis económicas não há tanto motivo de orgulho.
Apesar de tudo, se pensarmos no futuro, e tendo em conta o enquadramento económico actual, o mais previsível é o nosso país descer neste indicador de desenvolvimento humano, pois com menos investimento no país é provável que a longo prazo os níveis de instrução e de qualidade de vida diminuam.

NOTA: Os valores mais recentes são os de 2014, pois ainda não foram revelados os de 2015.

sábado, 2 de maio de 2015

QUEM NÃO SABE FAZER GESTÃO FAZ PRESSÃO!!! (Robson M. Souza)


A pressão deve ser feita pelos requisitos de qualidade, pelo compromisso com o cliente. Mas nunca pela Chefia.

O gestor deve dar à equipa as ferramentas metodológicas necessárias para a execução dos objectivos eliminando assim a pressão.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Dia 1 de Maio - Dia Mundial do Trabalhador


Todo o mundo, hoje dia 1 de Maio de 2015, e todos os anos, festeja o dia do TRABALHADOR.
Esta data foi escolhida, devido ao facto de em 1 de Maio de 1886 ter origem a primeira manifestação de 500 mil trabalhadores na rua de Chicago, em 1891 nesse mesmo dia morrem 10 trabalhadores devido a uma manifestação em homenagem às lutas sindicais em Chicago. [fonte: http://pt.euronews.com/2015/04/30/significado-e-historia-do-1-de-maio-dia-do-trabalhador/]
Uma frase simples como a de Aristóteles: ''Felicidade é ter o que fazer'' pode resumir a importância e a alegria que é de ser um trabalhador. Nunca podemos esquecer que nós, os trabalhadores, podemos ter deveres mas também, e acima de tudo, temos direitos que nunca poderão (deveriam) ser esquecidos.

Feliz Dia Mundial do Trabalhador!