Gestão de Recursos Humanos não é mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores, mais do que a utilização eficiente dos colaboradores através do uso efectivo dos seus talentos e habilidades com vista a atingir os objetivos da organização sem esquecer o bem-estar dos próprios colaboradores.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Empresas dizem ''não'' ao Departamento de Recursos Humanos



Sometimes the only thing worse than having an HR department is not having one.When LRN Corp., which helps companies develop ethics and compliance programs, restructured a few years ago, the 250-employee business abolished most job titles and department names. It also did away with its human-resources department, which had dealt with recruiting and compensation issues, among other things.
"We wanted to force the people issues into the middle of the business," said David Greenberg, Los Angeles-based LRN's executive vice president.
Companies seeking flat management structures and more accountability for employees are frequently taking aim at human resources. 
Executives say the traditional HR department—which claims dominion over everything from hiring and firing to maintaining workplace diversity—stifles innovation and bogs down businesses with inefficient policies and processes. At the same time, a booming HR software industry has made it easier than ever to automate or outsource personnel-related functions such as payroll and benefits administration.  (...)

Interpretação do artigo:
Este artigo refere-se as empresas que optam por não ter um departamento de recursos humanos, toda a gente, ou pelo menos a maioria, pensará ''grande erro!'', mas será que não é assim tão descabido pensar que uma empresa pode funcionar sem o departamento de recursos humanos?
Bem, nada melhor que pensar nos Prós e Contras de ter um departamento de recursos humanos nas empresas, o grande ''Contra'', em principio, como afirma Lauren Weber, será o dinheiro gasto nesse departamento com os seus funcionários, que (para quem não está dentro da área) pensam que estes só tratam de assuntos pouco importantes para a empresa, como por exemplo verificar o clima de trabalho, conflitos que possam existir, criar iniciativas diferentes para aumentar a produtividade e a felicidade no seio da organização. Para pequenas empresas esses custos poderão ser ''ignorados'' e investir noutros departamentos, pois hoje em dia, com a revolução tecnológica é fácil ter em nosso poder software que tratem dos assuntos de recursos humanos. Quando olhamos para os ''Prós'' a lista é muito maior, ora vejamos: Quem é que trata de verificar, normalmente, os contractos de trabalho que estão a caducar? Quem é que está no ''campo'' a observar e a detectar os erros decorrentes da actividade laboral? Quem é que recruta e trata da selecção de novos colaboradores? Quem é que se preocupa com a felicidade dos seus trabalhadores? A maior parte destes problemas é resolvido pelo departamento de recursos humanos. 
O departamento de Recursos Humanos, não tem como principal objectivo potenciar os lucros e os proveitos financeiros de uma empresa, mas com as suas técnicas, a médio-longo prazo, os resultados financeiros serão o espelho da suas práticas. Lauren Weber, no vídeo, afirma que os principais objectivos do departamento de Recursos Humanos, entre outros, são verificar se os cheques de pagamento à empresa são válidos, criar técnicas para melhorar o desempenho da empresa, deixar os trabalhadores menos sobrecarregados e abstrair-los dos problemas pessoais. Qualquer ''Contra'' que possa ser mencionado, dificilmente superá os ''Prós'' de ter um Departamento de Recursos Humanos dentro da empresa. Há que ter sempre em mente que os nossos colaboradores são a nossa força de trabalho, eles tanto podem levar a nossa empresa a um bom rumo, como podem arruína-la, tudo depende da forma como os tratamos.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Quem Mexeu no Meu Queijo??

Mudança, que não tem medo dela seja no trabalho ou na vida profissional, o livro de Dr. Spencer Johnson (formado em psicologia pela universidade da Califórnia ), intitulado Quem Mexeu No Meu Queijo?, editado pela primeira vez em 1998, nos Estados Unidos da América chegou a Portugal em 2001, e já vai na sua 6º edição.

Esta original fábula de negócios conta a história de dois ratinhos e de dois pequenos seres humanos que vivem num labirinto e procuram queijo, aquilo que os alimenta e faz felizes. Como haviam encontrado um recanto do labirinto cheio de queijo, o suficiente para durar o resto das sua vidas, viviam sem muitas preocupações. Até que, um belo dia, o queijo desaparece….

Esta fábula simples e criativa ensina-nos que tudo muda e que até aquilo que consideramos seguro e fundamental se pode vir a tornar obsoleto. Os seus ensinamentos aplicam-se a todos os aspectos da vida: o “queijo” desta história representa aquilo que queremos alcançar (seja a nível pessoal, social ou profissional) e o labirinto representa o mundo real, cheio de zonas desconhecidas e perigosas, becos sem saída, recantos obscuros…. e armazéns cheios do nosso queijo!

Aqui fica o testemunho do seu escritor o Dr. Spencer Johnson 
" Há muitos ano, quando eu estava a passar por dificuldades na minha vida, criei a história de Quem Mexeu no Meu Queijo? para me ajudar a lidar com a mudança seriamente, mas sem perder o sentido de humor. Mais de vinte anos depois de ter sido criada, a história foi publicada e, para meu espanto, passado pouco tempo tinha já sido lida por milhões de pessoas em todo o mundo. Muitas delas escreveram-me a dizer que aquilo que aprenderam salvou as suas carreiras, as suas relações ou as suas empresas, Por outro lado, os críticos não compreendem como tantas pessoas podem achar esta história tão preciosa. Dizem que é demasiado simples e que os seus ensinamentos são de senso comum. Parece-me que tanto os meus fãs como os meus críticos têm razão, cada uma à sua maneira. Não é o conteúdo da história de Quem Mexeu no Meu Queijo? que tem valor, mas a forma como cada um a interpreta e aplica à sua vida. O verdadeiro desafio. contudo, consiste em lembrar-se de pôr em prática a lição que você colheu da história. Espero que a forma como interpreta e puser em prática a história de Quem Mexeu no Meu Queijo? o ajude a encontrar o "Novo Queijo" que merece!"  

segunda-feira, 23 de março de 2015

Será dado incentivo para que pais possam trabalhar em part-time

Será dado incentivo para que pais possam trabalhar em part-time



Com a baixa taxa de natalidade a ser um dos problemas que mais preocupa Portugal, o Programa Operacional Inclusão Social e Emprego contemplará uma medida que permitirá aos pais trabalhar em tempo parcial e às empresas que recorram a fundos comunitários pagar a um novo trabalhador.

A medida fará parte do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POIESE), que deverá ser publicado nos próximos dias, e que visa a criação de condições mais favoráveis para que pais e mães com filhos até dois anos possam decidir se querem passar mais tempo em casa e trabalhar apenas a tempo parcial, para melhor acompanhar o crescimento dos filhos nos primeiros meses de vida.

A medida permite, assim, a utilização de fundos comunitários para pagar o salário do trabalhador que vá substituir o pai ou mãe a tempo parcial. Existe apenas uma obrigatoriedade: o trabalhador contratado terá que constar na lista de desempregados nos Centros de Emprego.

Segundo o Jornal de Negócios fica apenas por esclarecer se o pai que opte por ficar mais tempo em casa sofrerá alguma alteração no seu salário inicial.


Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/361389/sera-dado-incentivo-para-que-pais-possam-trabalhar-em-part-time


Interpretação da notícia:
Num momento em que o nosso país ainda passa pela uma grave crise económica, o maior problema poderá não ser só os índices económicos. Se olharmos para os restantes índices demográficos, sociais e culturais podemos observar que o futuro de Portugal poderá não ser o mais risonho. A nossa pirâmide etária mostra uma população mais envelhecida e o índice sintéctico de fecundidade mais recente diz que as famílias portuguesas têm entre 1-2 filhos.
O futuro està nas mãos dos mais jovens e se os números acima não mudarem, além dos problemas óbvios adjacentes, será impossível sequer pensar que existirá um futuro para o nosso país.
Esta notícia é uma ''esperança'' tanto para os casais portugueses como para a sociedade em geral, pois é necessário que haja mais medidas de incentivo a natalidade e além disso é necessário pensar no bem-estar das famílias com filhos.
Um trabalhador que consiga passar tempo com o seu filho, será certamente um trabalhador mais pro-activo, dinâmico e feliz e isso só contribuirá para uma maior eficiência e produtividade.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Paulo Macedo explica por que motivo não pode haver total autonomia para contratar

“Se se desse autonomia para os grandes hospitais contratarem desapareciam todos os médicos do Interior.” Foi desta forma que o ministro da Saúde explicou este manhã no parlamento por que motivo o ministério não concorda com o pedido que tem sido ouvido por parte das administrações hospitalares para que haja maior autonomia na contratação de profissionais.

As primeiras limitações às contratações nos hospitais públicos foram instituídas em 2010 pela ministra da Saúde Ana Jorge. Na altura, o governo socialista invocou razões financeiras, obrigando os hospitais com resultados líquidos negativos a pedir autorização para fazer contratações. Desde então várias regras mudaram. Os hospitais passaram a ter de seguir a tabela da Função Pública nos contratos individuais de trabalho e passaram a ter de pedir autorização para todas as contratações. A situação só foi aliviada em 2014 para as contratações de médicos tarefeiros, tendo sido estabelecidas quotas máximas de horas que os hospitais e centros de saúde podem contratar a empresas prestadoras de serviço.

Paulo Macedo defendeu que continua a ser necessário haver limitações para não “desguarnecer” os hospitais da periferia. Nesta área, o governo anunciou esta semana o pacote de incentivos para fixar médicos em zonas onde existem mais carências, regime de subsídios que se traduzirá numa ajuda financeira de 21 mil euros no espaço de cinco anos a cada profissional que seja contratado para os serviços que vão ser listados num diploma a publicar em breve.

Paulo Macedo anunciou que vão manter-se os concursos de âmbito nacional, prometendo que este ano além do recrutamento de recém-especialistas em Abril e Novembro haverá novos concursos para recrutamento de médicos de família, especialistas hospitalares e também um concurso de mobilidade institucional.

Questionado sobre a promessa de que até ao final da legislatura todos os portugueses teriam médico de família, Paulo Macedo comprometeu-se apenas em reduzir o actual de número de utentes sem médico de um milhão para meio milhão até ao final do ano, isto tendo por base os recrutamentos de clínicos actualmente em curso.

Fonte:http://www.ionline.pt/artigos/portugal/paulo-macedo-explica-motivo-nao-pode-haver-total-autonomia-contratar

Interpretação da notícia:
A autonomia na contratação de médicos, ou de outros funcionários públicos, devia ser um conceito pré-adquirido logo desde o início, pois não há ninguém mais habilitado, que a própria instituição para saber quais são as suas necessidades no que toca à contratação de novos colaboradores. 
São as instituições que têm o conhecimento interno próprio para saber quais são os trabalhadores que encaixam no perfil do posto laboral que necessitam e não o Estado que só vê as necessidades das instituições por fora. O argumento do Ministro Paulo Macedo é preocupante, pois afirma que se se desse autonomia suficiente aos grandes hospitais, o interior do país ficava sem médicos, mas já não acontece isso? Portugal é um país que necessita de médicos estrangeiros para suprir as necessidades de vários centros de saúde e hospitalares, por isso desde logo dá para perceber que temos poucos médicos, seja no litoral ou no interior.
Um mau recrutamento poderá sair muito caro a uma organização, por isso se não lhe for dada (alguma pelo menos) autonomia para contratar, então o mais certo é que essa contratação acabe por ser um fracasso.

sábado, 7 de março de 2015

Eis o que jamais deve fazer numa entrevista de emprego



É na entrevista de emprego que o primeiro contacto entre candidato e possível futuro patrão ou chefe acontece. A primeira impressão é das importantes, mas são muitos os erros que podem ditar o ‘não’ quase imediato. Nós dizemos-lhe dez.

A empresa de recrutamento ‘Front of House’ elaborou uma lista com os dez erros que jamais deve cometer numa entrevista de emprego, sob a pena de ouvir um ‘não’ redondo.
Em primeiro lugar, destaca o The Independet, não deve dar um aperto de mão ‘mole’, isso irá fazer com que pareça frágil e sem confiança em si mesmo. Seja firme na hora de cumprimentar quem o entrevista.

Mascar uma pastilha elástica também não é, de todo, recomendado numa entrevista de emprego. Adotar uma postura descontraída pode ser uma opção bem-sucedida, mas há que ter em atenção o quão à vontade pode e deve estar perante o seu futuro patrão. De acordo com a empresa que elaborou a lista, estar com uma pastilha elástica na boca reduz bastante a hipótese de conseguir o emprego.
E ainda no que toca a uma postura descontraída, há que ter em conta a roupa que deve usar.Ignorar aquilo a que se chama ‘dress code’ é também meio caminho andado para ouvir uma nega. Não é necessário vestir um smoking, mas também não escolha a roupa que usaria para ir passear com os seus amigos. Arranje um meio-termo entre o sofisticado e o que o deixa confortável. A aparência diz muito e, por vezes, pode espelhar um pouco de desleixo.
Mencionar o seu histórico de trabalho é importante para indicar o grau de experiência que tem, contudo, não caia no exagero. Tanto pode parecer demasiado convencido como também pode dar a entender que não é o candidato ideal para o lugar.
Um quinto erro mencionado no The Independent diz respeito à pobre apresentação e a certos gestos que podem ficar mal ao candidato, como é o caso de colocar a mala em cima das pernas e assim ficar ao longo da entrevista. E aqui enquadra-se também um outro erro apontado: linguagem corporal pobre. “A postura e a linguagem corporal têm um enorme impacto na forma como os entrevistadores vêm as capacidades, competências e confiança do candidato”.
Atender o telefone durante a entrevista é outro dos lapsos mais frequentes e que pior fica ao candidato. Ainda antes de começar a entrevista, o seu telemóvel deve ser desligado ou o som retirado.
Fazer comentários inapropriados é outro aspeto a evitar no momento em que é entrevistado, assim como ter um comportamento rude e uma atitude má. Contudo, diz a ‘Front of House’, há um erro que é o pior de todos e que pode mesmo levar a que não exista uma entrevista:erros no currículo. Antes de enviar o seu CV leia, releia e volte a ler tudo o que escreveu. “Nada arruína mais um currículo do que erros de ortografia”, lê-se na publicação.

http://www.noticiasaominuto.com/economia/356471/eis-o-que-jamais-deve-fazer-numa-entrevista-de-emprego

Interpretação da noticia :
Com esta notícia podemos perceber o quanto numa entrevista os pormenores são importantes. A empresa de recrutamento "Front House" ao elaborar esta lista tenta "ajudar as pessoas a comportarem se" e a não cometerem os erros que poderão deitar tudo a perder. Um simples ato humano por vezes até um pouco inconsciente ou sem querer poderá fazer toda a diferença. Por isso numa entrevista é preciso estar se atento a tudo, até ao mais minimo pormenor que para nós pode não ser nada, mas que para o nosso "futuro patrão" poderá ser. Uma entrevista para um emprego é muito mais do que o trabalho em si, o contacto humano é crucial.